Mostrar mensagens com a etiqueta moçambique. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta moçambique. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 1 de abril de 2008

MOÇAMBIQUE 2.0

Clique na seta play para ver o slideshow

Como já disse aqui várias vezes, nas viagens do Presidente sobra pouquíssimo tempo para poder fotografar fora do programa oficial. Ir para a rua captar o pulsar dos lugares como gosto de fazer. Ainda assim, entre um evento e outro, ou até durante alguns deles, podem-se conseguir fotos interessantes sob este ponto de vista. Só fiquei com pena de não ter podido deambular com tempo de esperar pelo sol descendente na Ilha de Moçambique, um dos lugares mais carismáticos e fascinantes onde já fui. Para quem não viu, pode ir aqui ver o slideshow que fiz há algum tempo, com fotos desta Ilha Mágica, e música de Dilon Djindji, o venerando "Rei da Marrabenta", a quem pude agora conhecer pessoalmente o sorriso de ancião sábio.
Tenho inveja de quem teve a sorte de nascer nestas terras, de ser colonizado ao contrário, por dentro, no coração. Quando volto a Moçambique, a Cabo Verde, sinto-me também voltar à minha terra, mesmo tendo nascido no Estoril.

segunda-feira, 24 de março de 2008

HOMÓLOGO


Maputo, Moçambique, 24 de Março de 2008 / Foto: Luís Filipe Catarino

Não resisto a retratar aqui um dos meus homólogos fotógrafos oficiais moçambicanos (e que se está sempre a meter à frente!)

sábado, 22 de março de 2008

AQUI VOU EU OUTRA VEZ


Bazaruto, Moçambique, Março de 2004 / Foto: Luís Filipe Catarino

Moçambique, cá vou de novo!

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

REENCONTROS


Ilha de Moçambique, Março de 2004 / Foto: Luís Filipe Catarino

Quinta-feira passada foi um dia de pequenos reencontros reconfortantes: desde logo, ter encontrado no arquivo este slide, de um dos lugares, à vez, mais decadentes e mais belos onde já estive, a mágica Ilha de Moçambique.
Depois, dei de caras com o Manuel Silveira Ramos, grande pedagogo e meu professor no AR.CO, igualzinho de barbas brancas há anos , quando me deu aulas, me empregou no seu estúdio, e participámos, anos depois, numa pequena conferência, já eu trabalhava no Expresso. Nessa ocasião, um senhor que saía do anfiteatro tropeçou e estatelou-se no chão, sem mazelas, felizmente. Pouco depois tive de interromper a minha participação pois, coincidentemente, o Expresso tinha-me marcado um serviço nessa mesma universidade onde decorria a conferência. Saí da sala e fui até à recepção em busca da pessoa que devia fotografar, e que, não era nem mais nem menos do que o homem que caíra na sala... e esta hein? (lá diria o Pessa)
Bom, mas voltando aos reencontros, à noite voltei a um lugar onde fui jantar uma única vez há uns 15 anos (quando andava no AR.CO, pois) e que é uma tasquinha na Mouraria, chamada "O Cantinho do Aziz". Comi um caril de caranguejo excelente e o restaurante tem especialidades de onde? de Moçambique. Lá está, isto deu a volta toda...

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

QUEDAS SURPREENDENTES


Quedas do Lúrio, Moçambique, Março de 2003 / Foto: Luís Filipe Catarino

Olhando o mapa , descendo de Pemba em direcção à Ilha de Moçambique, uma expressão inglesa (o mapa era sul-africano) intrigava-me e instigava-me a insistir com os nossos anfitriões para que fôssemos até àquele ponto: "Lurio Falls".
Já me tinha dado por vencido porque o caminho estava impenetrável naquela época do ano e, diziam-me, nem o mais valente jipe lá chegaria (pois não conhecem a valentia do meu Rocinante!), assim, no dia seguinte lá esvoaçámos então a caminho da ditosa Ilha, avistando do alto praias de sonho, uma pequena parte de um litoral de 3000km que Moçambique detém, quase virgem, à espera que o Homem não o estrague, já sabedor dos erros dispersos pelo planeta.
O piloto do teco-teco era neozelandês (ora bem!) e tornou-se meu aliado ali a não-sei-quantos-pés de altitude, na tarefa de ver o que seria aquilo no mapa, e que obrigava a um pequeno desvio na rota aérea traçada.
Pelo GPS andávamos próximo e realmente seguíamos o leito de um rio barrento, onde mulheres lavavam a roupa e o gado se refrescava, e que ganhava caudal à medida que nos afastávamos da foz.
E assim, sem aviso a imponente cascata enche-nos o olhar, e o ribombar da água fez de nós miniaturas mais uma vez espantadas com a Natureza.

quarta-feira, 25 de julho de 2007

sexta-feira, 15 de junho de 2007

TIDAS E ACHADAS IV


Pemba, Moçambique, Março de 2004 / Foto: Luís Filipe Catarino

De cada vez que abro as pastas do arquivo de slides irrompe sempre esta cena de ternura de uma mãe da tribo Maconde do norte de Moçambique. Escultores de renome, os Macondes têm nas estátuas apelidadas de "famílias" as suas mais reconhecidas obras. Talhadas num tronco, as "famílias" representam cenas do quotiniano numa espiral temporal. Eu tenho uma pequenina em casa.