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quinta-feira, 3 de abril de 2008

A TERRA A QUEM A TRABALHA, EU





Fotos: Luís Filipe Catarino

Primo, espero que venhas a ter razões de orgulho de mim. Encara este sistema de rega como o autofocus da Canon: eficiente, rápido, inovador e que faz com que nos concentremos a criar morangos ou fotos doces, sem açúcar. Os frutos que aparecem nas fotos ainda não contam para a aposta, mas pelo aroma cheira-me que estou quase a ganhá-la...
Abraços de braços largos como daqui a Timor.

segunda-feira, 16 de julho de 2007

NAMORAR EM PARIS


Paris, 14 de Julho de 2007 / Foto: Luís Filipe Catarino

Quem não sonha ir namorar para Paris? Nós também fomos :-)

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

LE MONDE EST PLEIN DE POLLUTION








Fui a Paris e não te trouxe bombons, se bem que as flores sejam mais apresentáveis. Ainda por cima vi que o mundo está cheio de poluição. Mas uma coisa é certa: hei-de lá voltar contigo para me redimir e andar de braço dado pela "Grand Place".

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

DEFENESTRAR




7 de Novembro de 1996 e 31 de Janeiro de 2007 / Fotos: Luís Filipe Catarino

Defenestrar e defenestração sempre foram palavras que me suscitaram curiosidade. Não é que me queira atirar de alguma janela, mas acho que é uma daquelas formas "à antiga" de provar que acabou alguma coisa: uma traição, um jugo, uma dívida. A nossa Restauração foi assim, e os símbolos do Domínio Filipino lá foram pela janela: a Duquesa de Mântua (bela terra cheia de nevoeiros) e Miguel de Vasconcelos, o Escrivão do Reino.
Os pertences de Vasco Santana no filme "A Canção de Lisboa" também são eles defenestrados por ele não pagar as contas.
Talvez uma das mais famosas seja a "Defenestração de Praga" em que católicos foram atirados pela janela e sobreviveram, segundo eles, por intervenção divina, e segundo os protestantes, por terem caído em cima de um monte de estrume.
Pois eu gosto mais de usar as janelas para capturar silhuetas, como a da primeira foto que me deu o "Prémio Fuji" em 1997. Curiosamente este prémio deu-me o dinheiro para a entrada da casa onde vivo e na qual, triste curiosidade, tive um incêndio dois anos depois. Quando cheguei a casa encontrei no estacionamento páginas dos meus livros de culinária que tinham sido, digamos, defenestrados pelo fogo.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2007

ANTONY AND THE JOHNSONS

Não me canso de ouvir isto. E de me recordar de ti.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

VOLTAR A CASA


Sebastião e Annie / Foto: Luís Filipe Catarino

Viajar também é bom por se voltar. E depois de voltar quer-se de novo partir. Os meus gatos estavam felinamente fiéis à minha espera quando abri a porta. Roçaram-se nas minhas pernas, espreguiçaram-se e fizeram os seus sons do costume. É bom voltar a casa.